O que é diferente no café
O café tem particularidades que a maioria dos ERPs genéricos ignora:
- Safra bienal: um ano carrega, outro descarrega. O custo por saca precisa considerar o investimento dos dois anos.
- Colheita longa e manual: 3-4 meses de colheita com mão de obra temporária massiva (60-70% do COE em algumas regiões).
- Processamento pós-colheita: lavagem, secagem, beneficiamento — cada etapa tem custo e perda.
- Preço volátil: a decisão de vender agora ou armazenar depende de saber o custo real.
O que o AGROV cobre
- Custo por saca acumulado: cada despesa (insumo, mão de obra, secagem, beneficiamento) alimenta o custo total dividido pelas sacas produzidas
- Controle de colheita: sacas colhidas por dia, rendimento cereja/beneficiado
- Estoque de insumos: adubo, defensivo, combustível com alerta de produto em falta
- Mão de obra temporária: registrar despesa diária de colhedores por áudio
- Horímetro: máquinas de colheita, secador, beneficiadora
- Relatório para a cooperativa: PDF com fluxo de caixa e custo da safra
Exemplo de uso no dia a dia
- "Paguei 3.200 pros colhedores hoje" → registra despesa por áudio
- "Quantas sacas colhi essa semana?" → soma os registros da semana
- "Quanto está custando a saca até agora?" → custo acumulado ÷ sacas produzidas
- "O que vence essa semana?" → contas a pagar no período
Para quem funciona
- Cafeicultor de 10 a 500 ha que registra na mão ou não registra
- Quem precisa do custo por saca real para decidir quando vender
- Produtor que contrata 20-50 colhedores temporários e perde o controle de despesa
- Consultor que atende cafeicultores e precisa de relatório mensal
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