O que é diferente na cana
- Safra perene: um plantio rende 5-6 cortes. O custo do plantio se dilui por todos eles.
- Custo por tonelada (TCH): é a métrica central, não sacas/ha. TCH cai a cada corte, e o break-even muda.
- ATR (açúcar total recuperável): o preço pago pela usina depende da qualidade, não só da quantidade.
- Mecanização pesada: colhedora, transbordo, caminhão — manutenção e diesel são parcela grande do custo.
- Arrendamento: muitos canaviais são em terra arrendada, com pagamento em toneladas.
O que o AGROV cobre
- Custo acumulado por talhão e por corte: plantio, tratos culturais, colheita — cada um separado
- Horímetro e manutenção da colhedora: custo por hora da máquina mais cara da operação
- Diesel: maior despesa variável, controlada por máquina
- Financeiro: receita da usina (ATR × toneladas) vs custo do talhão
- Arrendamento: lançado por talhão para que o custo por tonelada inclua a terra
- Relatório: fluxo de caixa, custo por corte e comparativo entre talhões
Exemplo de uso
- "Colhedora fez 12 horas hoje" → registra no horímetro pelo áudio
- "Quanto gastei de diesel esse mês?" → soma categoria diesel
- "Qual o custo por tonelada do talhão 4?" → acumulado ÷ TCH
- "A colhedora precisa de manutenção?" → alerta pelo horímetro
Para quem funciona
- Fornecedor de cana para usina (10 a 5.000 ha)
- Arrendatário que precisa provar custo para renegociar contrato
- Quem quer saber se o 5º corte ainda compensa ou é hora de reformar
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